domingo, 18 de agosto de 2013

Resenha #53 - A Ordem Perdida - Gabriel Schmidt

Sinopse: A Liga dos Yethis traz consigo o espírito de seis jovens guerreiros que precisam encontrar a Ordem. Um pequeno artefato que não demonstra o quanto a existência da humanidade depende dele. Ável com seus amigos terá de enfrentar inúmeros inimigos, diversas dimensões e poderes; além da fúria dos deuses adormecidos. Acompanhe a corajosa trajetória desse grupo que promete não desistir de sua busca.










Número de páginas: 168 | Autor: Gabriel Schmidt
Editora: Novo Século | Ano: 2012 | Gênero: Fantasia | 
1ª Edição | Avaliação no Skoob: 3.9


Resenha: Bom, antes de começar a falar sobre o livro, quero abordar – mais uma vez – um assunto muito polêmico. Aquele: “O autor não tem originalidade” “Pegou coisas de histórias já conhecidas” etc. Bem, esse livro tem muitas coisas inspiradas de sagas famosas, Harry Potter, Percy Jackson, e até um pouco de Game of Thrones. E já vou logo avisar que em momento nenhum, houve algum tipo de plagio, o autor apenas se inspirou nessas histórias e criou um novo universo, totalmente diferente de Hogwarts, o Acampamento meio-sangue ou Westeros.

O livro começa explicando, que antes da criação do todo, existiam 2 grupos de titãs, com 3 titãs em cada. Os titãs do bem eram Canfes, Oz e Nium e eram denominados Patronos Etiam. Sahó, Magãn e Lumtis eram do mal e formavam um grupo conhecido como Placerat Malum. E eles estavam em guerra, para ver quem comandaria tudo, para ver que grupo teria o poder supremo.

Oz e seu inimigo Sahó, acabaram se gostando e namoravam ao invés de guerrear, e foi em uma dessas aventuras – se é que me entendem – com a união do bem e do mal, nasceram os quatro mestiços. Os outros titãs descobriram “o romance” dos dois e resolveram mata-los. Nessa onda, Canfes, Nium, Magãn e Lumtis se “juntam” para matar Oz e Sahó, e consequentemente os seus filhos. Só que os titãs não são incansáveis, Oz e Sahó acabam morrendo para proteger os seus filhos e acabam enfraquecendo os outros titãs. Os mestiços resolvem vingar a morte de seus pais, batalham contra os titãs e acabam vitoriosos, mas calma, sobrou alguém. Um último titã, Magãn (aguarde esse safado – ou safada – que ele vai aprontar mais para frente). Mas gente, vocês devem estar pensando que contei todo o livro e que sou um merda na resenha, que nada, essa paragrafo gigante é só um pouco do Prólogo. Para vocês verem que o livro é curto, mas é intenso.

Era uma noite chuvosa com raios e trovões vindos do céu, Dujey o serviçal dos deuses, caminhava a procura do endereço certo – mas que endereço, Jonathan? – Vis o deus da energia acabou de ter um filho, e designou a Dujey para entregar o seu filho a uma família, que não pode ter filho. Esse é um costume dos deuses, mas a um acordo de que a criança ao completar uma certa idade, seria obrigado a ir para um lugar para exercitar seus poderes. Então, se o casal aceitar essas condições, o deus da uma semente para a mulher comer, e depois de nove meses, uma criança dotada de poderes nasce.

Avél, estava no intervalo da escola, quando uma voz estranha fala a sua cabeça, "vou contar até 3 e você corre para o cadilac vermelho. " Depois disso, Avél ver a sua escola se transformar em um inferno, seus amigos se transformando em monstros, homens lutando com espadas, gigantes lutando com as mãos. Ele tenta entender o que era aquilo, e fica desesperado por socorro, chega um menino um pouco mais velho que ele e luta contra os monstros, seu nome é Harte. Mas não da tempo para Harte explicar o que estava acontecendo ali, pega Avél e uma menina – Angie – correm para o cadilac vermelho e saem dali.

Ao chegar no local em que Harte os levou, se viram em um castelo lotado de pessoas com vestes estranhas, para a surpresa de Avél e Angie um homem já bem idoso chama Harte á frente e eles tem que ir juntos, o idoso explica o que está acontecendo, e fala que Avél e Angie são filhos de deuses – respira Jonathan – agora para eles descobrirem quais são seus pais, eles passam por um teste, são induzidos a comer um carco azul, e assim seus poderes são revelados no meio de todo mundo. Avél se descobre filho do deus da energia. E depois de tudo isso, que Avél saiu da escola, sem se despedir dos pais, e ainda não sabe o que está acontecendo direito – ao decorrer do livro ele vai descobrindo o que já sabemos – e antes que eu esqueça, preciso explicar que o que aconteceu na escola foi uma perseguição de um grupo do mal, os Saramones. Os Saramones são um grupo que disputam com os Yethis – os Yethis são o grupo do bem, para onde Avél foi levado - e quando tem um filho de um deus “dando sopa” eles brigam entre si para ver quem fica com o filho. Como se ele fosse um objeto.

Durante o livro o efeito “Amizade Eterna” começa a fazer efeito, e um grupo de pessoas ficam mais próximos, são eles: Avél, Angie, Tétrada, Driatolum, Lilip, Green, Aurea, Harte e Iáfia. No decorrer do livro conhecemos um pouco de cada um, se eu falasse do perfil de cada um na resenha ficaria gigante, então não se irritem comigo. Não me batam.

No dia em que os alunos, acontece um grande M; Avél derruba a arma de um deus e a quebra, muito furioso o deus decide matar Avél, mas o idoso dos parágrafos anteriores – mais conhecido como Austofener – coloca na cabeça do deus, que melhor do que matar, seria manda-lo para uma missão.

No dia seguinte, a ordem – objeto magico que protege o mundo – desaparece, e muitas cidades se veem em apuros, e essa é a missão perfeita para Avél, mas é considerada muito difícil para um novato. O deus – da arma quebrada – entra em consenso com Austofener e decidem mandar Avél, seus cinco amigos e para completar um dos protetores de Genoblia: sua missão é resgatar a ordem e por fim nessa confusão.

Gente, mais um livro nacional que eu li e não estou nenhum pouco arrependido. Esse livro por ter esses toques especias de outras séries. Deuses de Percy Jackson, a seleção e magia de Harry Potter e o jeito único que George Martin de separar os capítulos por nome dos personagens. A narrativa é super empolgante. A diagramação foi muito bem feita, não tem letras socadas, não achei erros e nem letras apagadas, folhas amarelas, diferente das brancas que ardem nossos olhos quando abrimos o livro. A capa é bonita, mas eu não entendi que a história se passa em São Paulo, e tem uma praia estilo Copacabana na capa, mas São Paulo não tem praia – digo de mar aberto como a de Copacabana. A ordem perdida é uma série e estou super empolgado para ler os próximos.

Pontos Negativos: Eu tentei ficar buscando pontos negativos, pensei durante um longo tempo, e cheguei a conclusão que eu não gostei muito do final, quer dizer as coisas acontecem rápido e você não consegue entender muito. Mas é só isso.

Nota:



Links:


O autor:

GABRIEL SCHMIDT nasceu em 8 de maio de 1996 em São Bernardo do Campo, São Paulo. No início do Ensino Fundamental, escreveu e autografou seu primeiro “livro”, com menos de uma dezena de páginas, escrito e desenhado a mão, nascia aí seu talento por esta nobre arte; no Hall do edifício onde morava montou uma “banca” onde vendia seus exemplares. Muito criativo, contava e escrevia suas histórias, provocando euforia e expectativa entre seus amigos e professores. Em novembro de 2011, decidiu escrever seu primeiro livro, concluindo-o em maio de 2012. Sua dedicação, persistência, vontade e por acreditar em um SONHO, o levaram a conquista da publicação de A Ordem Perdida, o primeiro livro da saga.

Então gente, é isso, blogueiros que comentarem deixem o link do blog que retribuo com o maior prazer.

16 comentários:

  1. Hey,
    Que resenha incrível foi essa Jonathan? *o*
    Já tinha ouvido falar desse livro, mas não de forma clara como está na sua resenha. Sinceramente você me convenceu a ler esse livro. Vou compra-lo o mais rápido possível! Parabéns pela resenha. :)
    Beijocas,
    Cindy, Livros e Piratas. Visite o blog! c:

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    1. Estou muito feliz com seu comentário :D Compre sim e ame o livro :D

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  2. Ualll, que resenha demais, jon, você conseguiu passar a essência do livro - eu acho - e parece que a história é realmente muito boa.

    O que me impressiona não é somente o fato de ser literatura nacional, mas tmb o fato de o Gabriel ser muito jovem. Caraca!!!

    Uma dose de palavras.
    http://uma-dose-de-palavras.blogspot.com.br/

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    1. Ualll, gente para, vou chorar... O livro é realmente bom.

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  3. Olá. Parabéns pela postagem e pela coragem de ter um blog. Estou seguindo seu blog. Siga o meu http//:gauchaopina.blogspot.com, se puder. Estou buscando novos blogs para ler, e novos blogueiros para conhecer o meu. Espero que goste de minha humilde página. Sua contribuição seguindo meu blog é muito importante.
    Até mais... Obrigado. Aguardarei um comentário seu no meu blog.

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  4. Ainda não conhecia esse livro, mas ele parece mesmo muito bom! *-* Adorei a resenha, e não tenho essa "frescura" de achar que tudo é plágio, porque fala sério, com a quantidade de livros existentes no mundo sempre vão ter os parecidos xD
    Vou adicionar na minha lista de leituras ♥

    Beijos!
    www.tainahrodrigues.com
    fantasiandocomoslivros.blogspot.com.br

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    1. Fico feliz em saber que gostou da minha resenha e vai adicionar o livro :D O autor agradece.

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  5. Adorei!
    Super interessada no livro!!

    www.clubedas6.com.br

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  6. Indicamos vocês para mais uma tag!
    http://www.clubedas6.com.br/2013/08/tag-selinho-da-indicacao.html
    Beijosss

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  7. Oi, adorei o seu espaço e estou te seguindo de volta.

    Valeu, www.likelivros.blogspot.com.br

    Ah, adorei a resenha. Livros nacionais são sempre bons, né?

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    1. Obrigado por retribuir, sucesso!
      E livros nacionais são tão.......................♥

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  8. Oi Jonathan, ótima resenha.
    A capa do livro tbm é incrível né?
    Abraços!

    // Senhor do Século //

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